Histerectomia não é uma cirurgia única
Pode ser total ou subtotal e realizada por via vaginal, laparoscópica, robótica ou aberta. A indicação muda conforme doença, anatomia e cirurgias anteriores.
Tratamento cirúrgico individualizado
Miomas, adenomiose, sangramento uterino, alterações do endométrio e alguns cânceres podem levar à avaliação de uma cirurgia uterina.
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Em resumo
Histerectomia significa retirada do útero, mas não é sinônimo de retirada dos ovários. A extensão do procedimento e a via cirúrgica devem ser explicadas antes da operação.
Pode ser total ou subtotal e realizada por via vaginal, laparoscópica, robótica ou aberta. A indicação muda conforme doença, anatomia e cirurgias anteriores.
A retirada dos ovários não faz parte automaticamente de toda histerectomia. Idade, risco oncológico, sintomas e efeitos hormonais precisam ser considerados.
Em situações benignas, medicamentos, dispositivos intrauterinos, procedimentos histeroscópicos ou cirurgias conservadoras podem ser opções, dependendo do diagnóstico.
O retorno às atividades depende da via de acesso e da extensão do procedimento. Sangramento, dor crescente, febre ou outros sinais inesperados devem ser comunicados à equipe.
Perguntas frequentes
A retirada apenas do útero interrompe menstruação e gestação, mas a menopausa imediata está relacionada à retirada ou falência dos ovários.
Não. Muitas cirurgias podem ser feitas por vias minimamente invasivas, mas a indicação é individual.
Não. Tamanho, localização, sintomas, crescimento e objetivos reprodutivos influenciam a conduta.
Agendamento
Clínica Elo — Méier · (21) 3899-7080