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Sangramento anormal exige investigação

Câncer de endométrio

O câncer de endométrio começa no revestimento interno do útero. Sangramento após a menopausa é um sinal que deve ser avaliado.

Dr. Eduardo Rodrigues Zarco da CâmaraCirurgião Geral — RQE 24806Cirurgião Oncológico — RQE 30120CRM-RJ 98783-2
Câncer de endométrio — Dr. Eduardo Câmara

Em resumo

Em muitos casos, a cirurgia inclui retirada do útero e das trompas e ovários, com avaliação de linfonodos conforme risco. A extensão precisa ser individualizada.

Sinais de alerta

Sangramento após a menopausa, sangramento irregular ou corrimento incomum devem ser investigados. Esses sintomas não confirmam câncer, mas não devem ser ignorados.

Confirmação diagnóstica

Amostra do endométrio obtida por biópsia ou histeroscopia permite identificar o tipo e o grau do tumor.

Cirurgia e linfonodo sentinela

A cirurgia pode incluir estadiamento com técnica do linfonodo sentinela em casos selecionados, reduzindo a necessidade de retirada ampla de linfonodos.

Tratamento depois da cirurgia

Anatomopatológico, estágio e fatores moleculares podem indicar apenas acompanhamento ou necessidade de radioterapia, quimioterapia ou outras terapias.

Perguntas frequentes

Dúvidas comuns sobre câncer de endométrio

Sangramento após a menopausa é sempre câncer?

Não, mas precisa ser investigado porque pode ser um sinal de câncer de endométrio.

A cirurgia pode ser robótica?

Em muitos casos selecionados, vias minimamente invasivas podem ser utilizadas.

Sempre é necessário retirar todos os linfonodos?

Não. A estratégia depende do risco e pode incluir avaliação do linfonodo sentinela.

Agendamento

Cada indicação precisa considerar o diagnóstico e a história da paciente.

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