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Diagnóstico e planejamento cirúrgico

Câncer de vulva

O câncer de vulva é menos frequente e pode se apresentar como ferida, nódulo, coceira persistente, sangramento ou mudança localizada na pele.

Dr. Eduardo Rodrigues Zarco da CâmaraCirurgião Geral — RQE 24806Cirurgião Oncológico — RQE 30120CRM-RJ 98783-2
Câncer de vulva — Dr. Eduardo Câmara

Em resumo

A cirurgia é frequentemente parte central do tratamento, mas sua extensão depende do tamanho, profundidade, localização e avaliação dos linfonodos.

Biópsia antes do tratamento

Confirmar o diagnóstico é essencial para planejar margens e evitar operações inadequadas.

Cirurgia individualizada

Sempre que oncologicamente seguro, o planejamento busca remover o tumor preservando função e reduzindo impacto anatômico.

Linfonodo sentinela

Em casos selecionados, a técnica pode avaliar a drenagem linfática com menor morbidade do que a retirada ampla de linfonodos.

Cuidados pós-operatórios

Cicatrização, infecção, desconforto e risco de linfedema exigem orientações específicas e acompanhamento.

Perguntas frequentes

Dúvidas comuns sobre câncer de vulva

Coceira na vulva significa câncer?

Não. Existem muitas causas benignas, mas sintomas persistentes precisam de avaliação.

Toda cirurgia é mutilante?

Não. A extensão varia, e técnicas atuais buscam preservar anatomia quando isso é seguro.

Sempre é preciso retirar linfonodos?

Não. A indicação e a técnica dependem das características do tumor.

Agendamento

Cada indicação precisa considerar o diagnóstico e a história da paciente.

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